Trocar de regime no papel é uma opção no sistema. No caixa é outro desenho: PIS/Cofins, distribuição, o que deixa de ser crédito e o que passa a ser obrigação mensal.
Antes de decidir
- Faturamento dos últimos 12 meses e a margem real — não a do orçamento.
- Folha: o fator R e o que acontece se contratar mais três pessoas.
- Distribuição: o sócio tira pró-labore, lucro ou os dois.
O que não fazemos
Não vendemos “economia garantida”. Simulamos os dois desenhos com os números do último ano e mostramos o mês em que o caixa aperta.
Quando vale a reunião
No segundo semestre, antes do calendário do ano seguinte. Troca apressada em janeiro costuma sair mais cara do que o regime velho.